segunda-feira, setembro 26, 2016

A Luta 26.09.16

Estoura a luta popular no Yemen 26.09.16

Estoura a luta popular na Índia 26.09.16

domingo, setembro 25, 2016

A Luta 25.09.16

sábado, setembro 24, 2016

A Luta 24.09.16

Estoura a luta popular na Polônia 24.09.16

Estoura a luta popular na França 24.09.16

Estoura a luta popular no Burundi 24.09.16

sexta-feira, setembro 23, 2016

A Luta 23.09.16

"Irã exibe seu poderio militar ao mundo" 23.09.16

Seguindo uma tradição de anos, o Irã celebra no mês de setembro a Semana da Defesa Sagrada com um grande desfile militar perante o mausoléu do aiatolá Ruhollah Khomeini, em Teerã, a capital do país.
A cerimônia contou com a presença do mais alto escalão das Forças Armadas iranianas, incluindo o chefe do Estado Maior, general Mohammad Hossein Baqeri. Como sempre, a parada serviu de vitrine para o Irã demonstrar todo o seu poderio militar ao mundo, com destaque a avançados equipamentos de guerra, como tanques, mísseis e sistemas russos de defesa antimísseis S-300.De acordo com a imprensa local, o chefe da Força Aérea da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, o brigadeiro-general Amir Ali Hajizadeh, destacou que entre as armas iranianas de produção própria foram mostrados o sistema de mísseis balísticos terra-terra Emad e o míssil balístico de longo alcance (750 km) Zolfagar, que possui uma cabeça explosiva e é capaz de atacar diversos alvos simultaneamente.Já o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, general Mohammad Ali Jafari, teria enviado uma mensagem contundente aos EUA, dizendo: "seria melhor que eles parem de desperdiçar recursos humanos e riqueza com a sua presença mal intencionado e prejudicial no Golfo Pérsico".Paradas militares menores também foram realizadas em outras regiões do Irã, como a do porto de Bandar Abbas, localizado no Golfo Pérsico, e que contou com a participação de cerca de 500 navios militares, submarinos e helicópteros.

"Níveis da dívida da UE e dos EUA quase atingem ponto crítico" 23.09.16

O nível da dívida da União Europeia e dos EUA quase atingiu o ponto crítico, comunicou na sexta (23) o ex-ministro das Finanças da Rússia Alexei Kudrin."Hoje temos um grande debate sobre as formas como os países poderão pagar suas dívidas. Os EUA estão agora num nível crítico na emissão de títulos de dívida, a Europa também se aproxima do mesmo nível. Isto é um dos desafios mais significantes", disse Kudrin no Fórum Financeiro de Moscou.Os EUA têm a maior dívida do mundo que ultrapassou os 19 trilhões de dólares neste ano. A causa foi atribuída às despesas governamentais excessivas, aos programas obrigatórios de benefícios, bem como à forte queda nas receitas fiscais que ocorreu após a crise de 2008.A União Europeia foi afetada significativamente pelo crescimento da dívida dos seus países membros. O exemplo mais claro, que mostra a incapacidade de lidar com as obrigações financeiras, é a Grécia, cuja dívida hoje corresponde a 176,9% do PIB do país, de acordo com a Eurostat.   


quinta-feira, setembro 22, 2016

A Luta 22.09.16

"China se torna segundo maior país exportador de capitais" 22.09.16

Em 2015 a China ultrapassou o Japão no valor de investimentos diretos no estrangeiro e agora está em segundo lugar no mundo depois dos EUA.
Isso foi comunicado num relatório do Ministério de Comércio da China e é refletido pelo Secretariado de Estatísticas e Gestão de Moeda do país. O relatório foi apresentado no dia 22 de setembro em Pequim por Zhang Xiangchen, representante do Ministério de Comércio para negociações internacionais.Para Andrei Volodin, especialista do Centro de Pesquisas Euroasiáticas do Instituto de Problemas Internacionais Atuais da Academia Diplomática do MRE da Rússia, esta situação foi prevista:"A China considera todas suas atividades geoeconômicas como realização de sua estratégia geopolítica global. A estratégia consiste da criação de condições mais favoráveis para a China, sua existência e seu funcionamento no palco mundial. Há muito tempo que a China deixou de exportar revoluções, de exportar suas ideias. Ela acredita que uma economia viável e os fluxos de investimentos podem resolver os problemas da China a médio e longo prazo. E eu chamo vossa atenção para o fato de a China não perseguir o objetivo de concorrer com o Japão, os EUA, a Índia ou a União Europeia. Ela alcança seus sucessos através de ações concretas em áreas concretas."
Os observadores destacam que a China associa este avanço nos investimentos com a realização do conceito da nova Rota da Seda. Em particular, isto foi destacado pelo jornal South China Morning Post. O especialista Andrei Volodin não dá tanta ênfase à importância deste conceito, mas reconhece a influência deste fator.Volodin também assinala que a desagregação de um mundo focalizado nos EUA ocorreu mesmo por causa da exportação de revoluções que os EUA têm realizando desde a desintegração da União Soviética. A China vê os pontos fracos desta estratégia e não vai replicá-la. O chefe do Centro de Globalização e Modernização da China do Instituto de Economia e Comércio, Wang Zhimin, comenta à Sputnik China este salto no mercado mundial de investimentos."Primeiro, é o 'efeito de replicação' como resultado do crescimento contínuo da economia chinesa. Em segundo lugar, o crescimento contínuo da economia de um Estado leva inevitavelmente a um processo em que as exportações de mercadorias puxam a exportação de investimentos. Terceiro, a China é o primeiro país no mundo em quantidade de reservas monetárias, o que é um poderoso apoio para investimentos no exterior. <…> Todavia, a China, em contraste com uma série de outros países desenvolvidos, não acompanha seus investimentos no exterior com diversas exigências políticas."Apesar de esforços dos EUA, Austrália, Alemanha, Grã-Bretanha e outros países ocidentais para conterem o investimento da China, parece que o país pode estabelecer neste ano um novo recorde em investimentos, fusões e aquisições no exterior.

Japão: últimos esforços para resistir à órbita chinesa
"O segredo do milagre económico da China:O governo possui os bancos e não o inverso"
"O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva "
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
O papel do ouro no sistema monetário internacional.O que fazem a Índia e a China que a Malásia não faz?
Política Energética na Eurásia: os EUA estão sendo cerceados?
Aliança militar global para cercar a Rússia e a China
EUA promovem parceria militar no Extremo Oriente e na orla do Pacifico
Estados Unidos em espionagem no mar da china
O grande dragão desperta:china desafia hegemonia americana
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=11638

terça-feira, setembro 20, 2016

A Luta 20.09.16

"Os explosivos e-mails de Hillary Clinton" 20.09.16


"Os explosivos e-mails de Hillary Clinton"

explode a luta popular na Bélgica 20.09.16






"200 cargas nucleares de Israel contra programa nuclear pacífico do Irã" 20.09.16

Israel tem em sua disposição 200 cargas nucleares. Sobre isso foi discutido em mensagens privadas do ex-secretário do Estado dos EUA, Colin Powell. Suas mensagens foram publicadas no dia 16 de setembro pela edição The Independent."Em todo caso, os iranianos não podem usar sua bomba. O Teerã sabe que Israel tem 200 cargas, todas apontadas para o Irã, já nós, temos milhares delas. Como disse Mahmoud Ahmadinejad [presidente do Irã de 2005 a 2013]: 'O que fazer [com este bomba]? Poli-la?'", escreveu Powell em uma de suas mensagens.Em meados de julho de 2015, Teerã e seis mediadores internacionais (EUA, Rússia, China, Grã Bretanha, França e Alemanha) chegaram a um acordo sobre o programa nuclear do Teerã. O país foi obrigado a transformar a usina nuclear de Fordo em um centro tecnológico e também a transformar o reator nuclear, localizado na cidade de Arak, sendo obrigado a retirar do país todo o combustível utilizado pelo reator. Israel não apoiou tal decisão.O analista político e especialista em questões do Oriente Médio, Sabbah Zanganeh, disse à Sputnik Persa que as armas nucleares do Irã são responsáveis pela tensão na região. O especialista destacou que a situação faz parte da política de padrões duplos dos EUA:"Os americanos sabem claramente que o programa nuclear do Irã tinha e tem caráter pacífico e nunca ameaçou quaisquer países ou povos. Eles sabem que o Irã é contra a utilização de armas nucleares, por razões religiosas e morais. O Irã nunca tomou a direção que leva à produção de armas de destruição em massa."
"Ao mesmo tempo, Israel que sempre recebeu apoio dos EUA em todas as áreas, constantemente ameaça os países da região, provocando conflitos militares e iniciando guerras contra o Egito, Síria, Líbano, Palestina e Jordânia."Devido ao apoio recebido pelos EUA, Israel possui armas de destruição em massa, destacou o especialista. Os EUA, sendo cúmplices dos israelenses, devem assumir total responsabilidade pelos acontecimentos na região, concluiu Sabbah Zanganeh.

"Países asiáticos esperam um grande conflito com a China" 20.09.16

Nos últimos 10 anos na China e no Japão mudaram não somente as gerações mas também a percepção mútua. Continuam a não confiar uns nos outros, estão divididos em relação à Segunda Guerra Mundial e receiam um possível conflito no futuro, afirmou o centro de pesquisa norte-americano Pew Research Center.Os resultados da pesquisa foram publicados no site oficial do centro em 13 de setembro.Segundo os dados obtidos pelos cientistas, 42% dos japoneses têm uma atitude negativa frente aos chineses e 53% dos chineses não confiam nos japoneses. Somente 11% dos japoneses e 14% dos chineses declararam que possuem uma boa atitude em relação ao outro país. 77% dos chineses consideram que o arrependimento japonês pelos crimes de guerra cometidos no anos 1930 e 1940 não é sincero. Só 10% dos respondentes da China pensam que as desculpas do Japão são suficientes. Os japoneses que participaram da enquete pensam de modo diferente. Metade dos respondentes disse que as desculpas do seu país são suficientes, 23% pensam que não são suficientes e 17% dos japoneses até afirmaram que as desculpas não eram necessárias.
Segundo o analista do Centro dos Estudos Japoneses do Instituto do Extremo Oriente da Academia de Ciências da Rússia, Viktor Pavlyatenko, "muitos povos asiáticos guardam ressentimentos uns contra os outros".Na sua opinião, a razão principal deste fenómeno é a história da região, mergulhada em conflitos."<…> no Oriente, as pessoas devido as suas caraterísticas psicológicas especiais costumam recordar as ofensas", declarou.Segundo o analista, nas últimas décadas Tóquio pediu repetidamente desculpas pelas ações do seu Exército em territórios de vários países asiáticos mas sempre que as relações entre o Japão  e a China se agravam, a última recorda aos japoneses o seu passado.Entretanto, ambos os povos (80% dos japoneses e 60% dos chineses) pensam que um novo conflito entre os dois países por causa da disputa territorial é muito provável no futuro."Hoje o principal fator de risco na Ásia consiste na contradição entre a economia e a segurança. O intercâmbio entre o Japão e a China excede $300 bilhões. É um valor muito alto e penso que ambos os países compreendem que as ilhas disputadas não são tão valiosas para desenvolver uma campanha militar porque as perdas ultrapassarão todos os ganhos", disse Pavlyatenko.A China mantém disputas territoriais também com outros países asiáticos. Curiosamente, a pesquisa do ano passado do mesmo centro revelou que 91% dos filipinos e 83% dos vietnamitas afirmaram que a disputa territorial com a China pode transformar-se em um conflito armado. Na Coreia do Sul as ambições da China geram preocupações em 78% dos respondentes.

"Pentágono será obrigado a intensificar espionagem contra Rússia e Irã" 20.09.16

O Subcomitê para Assuntos do Oriente Médio e África do Norte do Congresso norte-americano considerará a hipótese de seguir de perto a cooperação entre a Rússia e o Irã.Mike Pompeo, membro da Câmara de Representantes do Partido Republicano, lançou a iniciativa de obrigar o secretário da Defesa norte-americano a apresentar anualmente um relatório sobre a cooperação entre a Rússia e o Irã."O secretário da Defesa deve apresentar ao Congresso um relatório sobre a cooperação entre o Irã e a Rússia que mostre em que medida tal cooperação impacta a segurança nacional e os interesses estratégicos dos EUA", diz-se no texto do documento. Pompeo apela também para obrigar o Pentágono a informar o Congresso sobre a cooperação entre os dois países na área espacial, projetos na América Latina, cooperação marítima e militar e outros assuntos.Fouad Izadi, professor do Departamento de Estudos dos EUA da Universidade de Teerã, disse à Sputnik Persa que tal iniciativa mostra um declínio do poder político norte-americano.
"A razão deste declínio consiste em que as pessoas que estavam e estão no poder nos EUA promoveram uma política externa pouco correta, prejudicando os interesses nacionais do país, bem como dos países que foram invadidos [pelos EUA] e aos quais levaram a destruição, guerras, caos e massacres", disse, acrescentando que os membros do Congresso estão preocupados com o declínio do domínio norte-americano e o declínio do seu poder político.Segundo o especialista, o Irã e a Rússia são fortes potências mundiais que cooperam em muitas áreas."É claro que os EUA compreendem que, quando dois países fortes cooperam de modo tão estreito, o processo de declínio do domínio norte-americano no mundo acelera-se ainda mais", declarou Izadi.Na sua opinião, qualquer que seja o resultado das futuras eleições nos EUA, a situação não se alterará e a supremacia norte-americana será enfraquecida."A culpa disso é somente dos EUA por causa das suas ações na Síria, ou seja, o apoio aos terroristas no Iraque, no Afeganistão e em outros países. O Irã e a Rússia, que são mais inteligentes e perspicazes ao contrário dos EUA, não promovem o objetivo de propagar a agressão e o militarismo".Entretanto, o analista afirmou que é muito provável que esta exigência feita ao secretário da Defesa signifique a intensificação das ações dos serviços de inteligência e a canalização pelos EUA de mais recursos financeiros.De acordo com Izadi, os espiões norte-americanos estão muito ativos e não respeitam nenhumas normas éticas, por isso as suas atividades são frequentemente acompanhadas por ações de sabotagem. Prevê-se que suas atividades em relação à Rússia e ao Irã se intensifiquem ainda mais no futuro próximo.

segunda-feira, setembro 19, 2016

A Luta 19.09.16

"A nova bomba nuclear dos Estados-Unidos foi autorizada" 19.09.16

"A nova bomba nuclear dos Estados-Unidos foi autorizada"

"O Federal Reserve e o seu papel sombrio nas eleições dos EUA" 19.09.16

"O Federal Reserve e o seu papel sombrio nas eleições dos EUA"