quarta-feira, agosto 31, 2016

A Luta 31.08.16


"Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da ameaça russa" 31.08.16

"Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da ameaça russa"

" Arábia sauditas têm medo do reforço das fronteiras do Irã " 31.08.16

Não cessam as discussões acesas em torno do fornecimento de sistemas de mísseis antiaéreos russos S-300 ao Irã. Os Estados Unidos se opõem ao fornecimento das armas russas para o Irã, mas reconhecem que isso não é proibido pela resolução do Conselho de Segurança da ONU. A posição do Irã sobre o assunto é sólida. O líder espiritual iraniano e chefe militar, aiatolá Ali Khamenei, tem sublinhado que a importância dos sistemas de defesa antiaérea da Rússia, que "devem estar na linha da frente para repelir qualquer agressão de inimigos que procurem enfraquecer a defesa do país”. A intervenção dos Estados Unidos na questão da transação bilateral russo-iraniana é injusta e ilegal, disse em entrevista à Sputnik Ahmad Vakhshiteh, editor-chefe do portal analítico iraniano RussiaViewer.“Por que os EUA se opõem tão ardentemente ao fornecimento? Aqui é necessário ter em atenção o papel da Arábia Saudita. Desde o momento em que o Irã começou comprando esses sistemas destinados à ação defensiva, claro que a segurança do espaço aéreo do país aumentou. <…> Eles não têm nenhum interesse que um país tão influente na região, como é o Irã, reforce o nível e capacidade da sua defesa nacional”, explica o especialista iraniano.
O jornalista observou que o sistema S-300 é uma arma puramente defensiva e não ofensiva. Além disso, o Irã nunca demonstrou agressividade ou procurou desestabilizar a região. Quando perguntado por que os Estados Unidos manifestaram seu protesto contra o fornecimento desses sistemas, Ahmad Vakhshiteh diz que o líder iraniano deu uma resposta adequada: segundo ele, os Estados Unidos são o mal, o embuste, agindo contra a independência do país. O Irã cumpre suas obrigações, mas o Ocidente, particularmente os Estados Unidos, não se apressam a cumprir seus compromissos. Recentemente, nos EUA ainda houve discussões sobre introdução de sanções unilaterais contra a Rússia devido ao fornecimento de S-300 ao Irã.

"Novo eixo Rússia-Irã-Turquia envia mensagem ao Ocidente" 31.08.16

Recentemente tornou-se claro que a Rússia, a Turquia e o Irã estão decididos a aliar-se. O site de notícias Atlantico discutiu com analistas o que é que os três países têm em comum e o que este eixo pode significar para o Ocidente.Pouco tempo atrás, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, propôs organizar uma reunião trilateral entre o Irã, a Rússia e a Turquia para discutir a resolução da crise síria. Além disso, há uma clara aproximação entre todos os três países. Assim, o site francês Atlantico decidiu esclarecer que interesses comuns podem unir países tão diferentes."Penso que isso não é necessariamente um acordo que signifique uma aliança de longo prazo. Entretanto, a caraterística mais interessante da parceria nascente é o pragmatismo", disse o analista em geopolítica Alexandre Del Valle.
Ele lembrou que o Irã xiita e a Turquia sunita estavam divididos sobre o assunto de Síria. O presidente turco Recep Tayyip Erdogan queria derrubar o regime sírio e lutar contra os curdos, enquanto o Irã queria proteger Bashar Assad contra os militantes apoiados pela Turquia (Daesh, Frente al-Nusra, Ahrar al-Sham, Jaish al-Fatah, Jaysh al-Islam).
Por seu turno, de um lado, a Rússia não apoia plenamente o Irã, mas, por outro lado, ainda está entre os que apoiam o regime sírio, promovendo os seus próprios interesses na região do mar Mediterrâneo. O Irã quer preservar os seus interesses estratégicos no Oriente Médio, onde a Síria serve de porta para a região. Entretanto, neste ano Erdogan realizou a estratégia pró-jihadista que se virou contra ele – os cidadãos turcos têm frequentemente sido vítimas do Daesh e dos curdos. Erdogan entendeu que os islamistas não somente ameaçavam a liderança no seu país, mas também causavam divergências com a Rússia. A Turquia não podia completamente cortar os laços com a Rússia devido a razões econômicas, militares e políticas. Então, o presidente turco fez uma virada na sua política externa. Ao mesmo tempo, os três países têm uma atitude comum em relação ao Ocidente, que consideram "arrogante" e "pronto para interferir".Não são países amigos, mas entendem que precisam iniciar negociações e melhorar a sua parceria apesar das diferenças de interesses. O analista notou que não é uma aproximação real, mas a ideia de que encontrar uma solução comum é do interesse dos três países. O diálogo entre os três pesa mais do que a rivalidade, uma vez que as suas economias dependem umas das outras.Na opinião de Alain Rodier, ex-oficial da inteligência francesa e diretor do Centro francês de Pesquisa e Inteligência, os três países têm algo mais em comum – a intenção de ultrapassar Washington e Bruxelas que, segundo eles, querem impor as suas regras na política internacional.Também é uma oportunidade de demonstrar que há uma alternativa à União Europeia.Erdogan promove os seus próprios interesses – em troca do seu afastamento da Rússia e o Irã (caso isso lhe venha a ser pedido), ele pode apresentar as suas próprias exigências à UE e EUA. O presidente turco percebe que, quanto mais desenvolver a cooperação com Moscou e Teerã, tanto mais garantias e compensações pode receber de Washington e Bruxelas. Segundo Del Valle, Erdogan pode exigir da UE garantias em relação ao acordo sobre vistos, refugiados, Chipre e etc. Por seu turno, os EUA precisam da Turquia como membro da OTAN e parceiro nas alianças ocidentais."Vivemos em um mundo multipolar, onde todos defendem os seus próprios interesses e <…> e mantêm diálogo com todos os que lhes podem ser úteis", disse.O Ocidente devia ter compreendido isso e parado com os seus sermões sobre o respeito dos direitos humanos, algo que prejudica os seus interesses e incita o ódio contra si devido a esse pragmatismo e interesses geopolíticos e de civilização, disse o especialista.

"Se a Rússia se prepara para a guerra isso não significa que quer começar uma" 31.08.16

Moscou realiza frequentemente exercícios militares de grande escala, mas isso não é a razão para considerá-los como preparação para uma intervenção, disse Simon Saradzhyan em seu material publicado na The National Interest.Segundo o assistente do diretor do projeto Russia Matters do Centro Belfer da Universidade de Harvard e Corporação Carnegie de Nova York, os exercícios mais recentes dos militares russos foram uma surpresa para os vizinhos ocidentais da Rússia, que ficaram preocupados por a Rússia aparentemente se preparar para uma campanha militar. Os militares russos, com efeito, se preparam para a guerra, mas isso não significa que Moscou tencione desenrolar uma guerra, opina Saradzhyan na matéria da The National Interest."Pelos vistos, estes e futuros exercícios se realizam para treinar tropas para o caso de circunstâncias pouco previsíveis, inclusive para os piores dos cenários possíveis, bem como para enviar um sinal aos potenciais adversários e 'vizinhos pouco leais' ", disse o especialista.
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, um dos objetivos da inspeção é verificar a prontidão de combate das Forças Armadas russas na véspera de outros exercícios – Kavkaz 2016 (Cáucaso 2016). Além disso, mesmo os adidos estrangeiros foram convidados como observadores para estes exercícios.
Entretanto, Moscou não conseguiu dissipar os receios de Kiev, Bruxelas e Washington, destacou o analista. Em particular, o presidente da Ucrânia imediatamente antes do início da inspeção súbita declarou que, provavelmente, se prepara "uma intervenção de grande escala". Algumas publicações ocidentais expressaram sua preocupação usando manchetes demasiado impressionantes. Saradzhyan citou o jornal britânico Express: "Putin inicia uma campanha militar de grande escala no meio de receios de que a Rússia quer uma megaguerra".
"Como já disse, não acredito que a Rússia realmente se prepare para uma grande guerra. Entretanto, é o que fazem os generais de todos os países. A preparação para o pior cenário é o seu trabalho e o objetivo dos exercícios de grande escala é verificar se as Forças Armadas estão prontas para tais cenários", disse o analista.
No entanto, isso não significa que a liderança militar russa quer que estes cenários se realizem, notou Saradzhyan, destacando que seria ilógico convidar adidos estrangeiros para observar uma megaguerra com a OTAN. O especialista explica que a Rússia realiza treinamentos estratégicos todos os anos depois que a economia russa recuperou e parece que isso vai continuar no futuro. A inspeção de surpresa à prontidão imediata das Forças Armadas russas foi iniciada na quinta-feira (25) e abrange os distritos militares do Sul, Ocidental e Central da Rússia, bem como a Frota do Norte, a Força Aeroespacial e as Tropas Paraquedistas. Os treinamentos durarão até 31 de agosto.

"Rússia e Turquia discutem possibilidade de usar moedas nacionais no comércio bilateral" 31.08.16

A Rússia e a Turquia estão em conversações sobre a possibilidade de usar suas respectivas moedas nacionais no comércio bilateral, segundo informou hoje (31) o ministro da Economia turco, Nihat Zeybekci."Negociações técnicas com a participação dos bancos centrais dos dois países sobre a possibilidade de usar o rublo e a lira turca no comércio mútuo estão em andamento", disse Zeybekci, citado pela agência de notícias Anadolu.
As relações entre Moscou e Ancara estão melhorando desde que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan fez uma visita de reconciliação a São Petersburgo no último dia 9 de agosto para reiniciar as relações bilaterais após o incidente com a derrubada, por parte da Turquia, do avião russo Su-24 em novembro de 2015, na Síria. A proposta sobre o comércio em moedas nacionais foi apresentada por Erdogan durante a sua visita à Rússia, onde ele defendeu que o uso de moedas nacionais em vez de dólares norte-americanos seria mutuamente benéfico. Erdogan disse ainda que a Turquia estava interessada em aumentar o volume de comércio bilateral com a Rússia para US$ 100 bilhões.

"Japão quer invadir mercado africano substituindo China?" 31.08.16

Apesar da sempre crescente influência da China em África, o Japão irá provavelmente obter seu próprio nicho no mercado africano, disse à Sputnik Aleksei Maslov, especialista em política asiática.Numa entrevista à Sputnik, o especialista em política asiática da Escola Superior de Economia em Moscou Aleksei Maslov não excluiu a possibilidade de o Japão poder tomar seu nicho no mercado africano, apesar do crescimento da influência econômica da China na região.A entrevista foi realizada logo depois da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento da África (TICAD) que teve lugar em Nairóbi (capital do Quênia). Durante o evento, o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe prometeu que o seu país vai colocar 30 bilhões de dólares (R$ 97,8 bilhões) no desenvolvimento dos países africanos nos próximos três anos.A este respeito é interessante lembrar que, exatamente um mês antes da reunião TICAD, a China realizou um Fórum sobre a Cooperação entre China e África (FOCAC), durante o qual os lados assinaram 61 acordos no valor total de 14,8 bilhões de dólares (R$ 48,2 bilhões) na forma de investimentos diretos. A Administração-Geral de Alfândegas da China disse que Pequim se tornou o principal parceiro comercial da África ao longo dos últimos 15 anos.
Maslov, por sua vez, disse à Sputnik que "o Japão está seriamente atrasado em termos da sua entrada nos mercados africanos, não só por causa da crescente influência da China em África, mas também por causa da falta de vontade dos países africanos em cooperar com o Japão".No entanto, o especialista parece ser otimista sobre um avanço de Tóquio no mercado africano no futuro, porque realmente existe um nicho que pode ser ocupado pelo Japão: "A China está agora trabalhando com projetos de grandes infraestruturas, agricultura e projetos financeiros [em África], bem como de formação de pessoal para os países africanos. Mas o Japão pode aproveitar uma série de oportunidades em outros setores, incluindo na tecnologia e na agricultura de alta tecnologia", disse Maslov.

domingo, agosto 28, 2016

A Luta 28.08.16

"Marinha dos EUA recebe novo submarino que custa quase 3 bilhões de dólares" 28.08.16

A empresa de construção naval General Dynamics Electric Boat entregou à Marinha norte-americana um submarino torpedeiro que custou 2,7 bilhões de dólares.Segundo destaca a agência Associated Press, a construção do submarino demorou quase cinco anos e meio. Ele será batizado de USS Illinois, em honra de estado natal da esposa do presidente dos EUA Michelle Obama. A primeira-dama deverá acompanhar o trabalho do submarino e a vida da tripulação.O submarino teve a proa redesenhada com dois tubos grandes para lançamento de mísseis Tomahawk em vez dos 12 tubos menores. Os tubos maiores foram projetados para que a Marinha tenha flexibilidade para também poder lançar armas do futuro e veículos não tripulados, disse Blomstedt, vice-presidente da Electric Boat, citado pela AP.
O comandante do submarino Jess Porter descreveu o USS Illinois como uma "arma furtiva" que pode exercer pressão sobre adversários de maneira a tornar os EUA mais seguros. A tripulação de cerca de 130 homens levará o submarino para o mar para realizar testes adicionais.Michelle Obama, que tomou como prioridade o apoio às famílias dos militares, quebrou uma garrafa de champanhe sobre o casco do submarino para o batizar no ano passado. Ela foi convidada a dar a ordem de "dar vida ao navio" na cerimônia de entrada ao serviço realizada em outubro. Dentro do submarino há uma placa de metal com a inscrição das iniciais da primeira-dama que todos os marinheiros irão ver várias vezes por dia, ela se encontra onde a tripulação toma suas refeições.
A Bolsa de Petróleo do Irã ameaça o dólar
Armada americana fecha o cerco contra o Irã
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
“ação militar contra o Irã:Impacto e Efeitos"
Poderia a Marinha dos EUA ser derrotado pelo Irã no Golfo Pérsico?
'EUA constrói hospitais militares na Geórgia, se prepara para a guerra com o Irã "
Irã: A possível batalha pelo Estreito de Ormuz
Encruzilhadas Perigosas: A ameaça de uma guerra nuclear preventiva dirigida contra o Irã
"A guerra israelense é financiada pela Arábia Saudita"
“Rússia e Arábia Saudita estão finalizando uma série de acordos sobre a venda de helicópteros, blindados e sistemas de defesa aérea"
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"

"Poderiam EUA combater em duas frentes contra Rússia e China?" 28.08.16

O colunista da revista The National Interest Robert Farley imaginou como poderia se desenvolver um conflito dos EUA simultaneamente com seus dois principais adversários - a Rússia e a China.No final da década passada Washington desistiu da chamada doutrina de duas guerras, considerada por especialistas como o esquema padrão para garantir os meios necessários para a realização de duas operações, assinala o analista. Essa estratégia era dirigida à contenção simultânea da Coreia do Norte e a uma confrontação com o Irã ou o Iraque.A situação internacional mudou e essa doutrina teve de ser rejeitada. No entanto, o poderio crescente da China, juntamente com o aumento de interação entre Moscou e Pequim, levantam a questão importante se Washington seria hoje capaz de enfrentar ações coordenadas de seus adversários no Pacífico e na Europa, considera o observador.

Farley opina que, no caso de essa "guerra dupla" começar, os EUA terão de agir da mesma forma que na época da Segunda Guerra Mundial. O palco de batalha na Europa seria da responsabilidade das tropas terrestres do exército dos EUA, enquanto a marinha norte-americana se encarregaria das manobras no Pacífico. A Força Aérea norte-americana (aviação do longo alcance e bombardeiros invisíveis) desempenharia um papel auxiliar em ambos os teatros de operações, e as forças nucleares dos EUA forneceriam proteção caso a Rússia decidisse usar armas nucleares táticas ou estratégicas. De acordo com Farley, as capacidades de Moscou para uma guerra com OTAN no Atlântico do Norte são muito limitadas e, além disso, a Rússia provavelmente não estará politicamente interessada nisso. Portanto, a maior parte dos porta-aviões, submarinos e navios de superfície estaria concentrada na área nos oceanos Índico e Pacífico. Isso permitiria aos EUA atacarem diretamente a "bolha chinesa A2/AD" (o sistema de restrição e bloqueio de acesso) e barrar a Pequim suas rotas marítimas de trânsito de mercadorias.Os EUA encontrarão sérias dificuldades no teatro do Pacífico caso o Japão ou a Índia tenham interesses no mar do Sul da China."A estrutura da aliança, em cada conflito em concreto, dependeria de suas características. O principal alvo de ataques da China poderiam se tornar Filipinas, Vietnã, Coreia do Sul, Japão ou Taiwan. Os restantes [aliados dos EUA no Pacífico] provavelmente prefeririam observar de fora. Neste caso, os Estados Unidos estariam sob pressão adicional — no Pacífico ocidental eles poderiam contar apenas com eles mesmos", escreve o colunista do NI. O analista pressupõe que Washington seria capaz de participar de duas guerras em duas frentes de combate devido ao poderio de seu exército e do poderio da Aliança Atlântica. No entanto, tal situação não permanecerá para sempre e os EUA não poderão preservar sua supremacia a esse nível "até ao infinito".

Japão: últimos esforços para resistir à órbita chinesa
"O segredo do milagre económico da China:O governo possui os bancos e não o inverso"
"O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva "
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
O papel do ouro no sistema monetário internacional.O que fazem a Índia e a China que a Malásia não faz?
Política Energética na Eurásia: os EUA estão sendo cerceados?
Aliança militar global para cercar a Rússia e a China
EUA promovem parceria militar no Extremo Oriente e na orla do Pacifico
Estados Unidos em espionagem no mar da china
O grande dragão desperta:china desafia hegemonia americana

"O mito do gás de xisto americano" 28.08.16

Produção de petróleo: Os países pré pico e pós pico

Cresce o risco sistémico para o sistema financeiro, pois este exige crescimento num mundo com oferta limitada de petróleo
Um reconhecimento oficial (mas discreto)
AIE afirma que a procura de petróleo da OCDE atingiu o "pico"
Rumo ao Império Alemão do Petróleo
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=13884
A Bolsa de Petróleo do Irã ameaça o dólar
http://resistir.info/energia/bolsa_teerao.html
A crise anunciada do petróleo saudita
Já é oficial – A era do petróleo barato está ultrapassada
O Deptº da Energia dos EUA muda de tom quanto ao Pico Petrolífero
Militares dos EUA alertam para escassez de petróleo a partir de 2015 http://resistir.info/peak_oil/escassez_2015.html
O iminente declínio do abastecimento de petróleo
"Arábia Saudita atingiu o pico petrolifero""A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção"diz o telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks.Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert)
Um mundo de petróleo cada vez mais difícil
O cartel do Federal Reserve: As oito famílias
Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.
Em ambiente de promessas dos produtores dos EUA de aumentar o investimento na extração do petróleo e gás de xisto, a agência Sputnik tenta esclarecer e explicar se os hidrocarbonetos de xisto são os coveiros do setor de petróleo e gás russo ou simplesmente uma especulação à escala mundial. Baixa rentabilidade O gás de xisto é um gás natural que consiste principalmente de metano. Ele é extraído de jazidas que ficam em rochas sedimentárias principalmente nos EUA. Nos anos 2012-2014, a extração do gás de xisto permitiu aos EUA se tornarem líder a nível de extração do gás natural e deixar para trás a Rússia, que realiza a extração de gás natural de forma tradicional. Mas a tecnologia do gás de xisto é muitas vezes mais cara do que a tradicional e, em caso de preços baixos dos hidrocarbonetos, não será rendável.


Os acontecimentos dos anos 2015-2016 mostraram que o ponto de vista de que o gás de xisto funciona como uma bolha económica parece ser verdadeiro. Na primavera de 2016, em comparação com o outono de 2014, nos EUA ficaram apenas ¼ dos equipamentos de perfuração. Os poços não rendáveis logo fecharam, mas o uso reforçado dos poucos campos rendáveis permitiu suavizar o tempo de queda da extração. Questões ecológicas Apesar de tudo, o problema enorme do gás de xisto é que a extração afeta gravemente o ambiente. O uso de tecnologia de fraturamento hidráulico causa a poluição de largas áreas de terreno, o que ameaça a agricultura e o uso de águas minerais no local de extração. Por isso a extração do gás de xisto se adaptou relativamente nas regiões ermas dos EUA, mas até agora não se adaptou na Europa, onde os solos e a água são recursos de valor elevado.A tecnologia de fraturamento hidráulico causa enorme dano para a ecologia do local de extração. Os especialistas em ecologia contaram que a solução usada na extração contem 596 denominações de agentes químicos. O que é perigoso não é apenas a solução em si, mas também os compostos que se levantam para fora do solo como resultado do fraturamento. Em áreas de extração é observada a morte de animais, aves e peixes e córregos em ebulição com metano. Os animais de estimação ficam doentes, perdem pelos e morrem. Os produtos tóxicos entram na água potável e no ar. Os americanos que têm a infelicidade de viver perto de locais de extração sofrem dores de cabeça, perda de sentidos, neuropatia, asma, envenenamento, câncer e muitas outras doenças."Os países que vão produzir o gás de xisto, enfrentarão a mesma coisa que aconteceu conosco. Primeiro haverá um pequeno boom e novos postos de trabalho, mas quando a bolha rebentar, restará apenas o mau ambiente e uma infraestrutura destruída. <…> Isso acontecerá também na Letônia, na Irlanda e na Ucrânia. O povo enfrentará mais problemas do que tinha antes", disse a professora Wendy Lee da Universidade de Bloomsburg, nos EUA, citada pelo portal ruxpert.O surgimento do gás de xisto no mercado mundial influenciou a procura do gás russo, e isso deu o pretexto para se dizer que o gás de xisto americano faria desmoronar os preços de petróleo e gás tradicionais. Mas, segundo muitos especialistas, a extração de hidrocarbonetos de xisto fica sem esperanças de ter mercado. O preço de custo dele é pelo menos cinco vezes maior do que o tradicional. Muitos anos de extração mostram que as corporações sofrem grandes perdas. Por que as companhias continuam uma extração que queima seu dinheiro?

sexta-feira, agosto 26, 2016

A Luta 26.08.16

"EUA estão a caminho de ter défice de trilhão de dólares" 26.08.16

"Já é matematicamente impossível liquidar a dívida nacional dos EUA"
O Escritório de Orçamento do Congresso atualizou as previsões sobre o orçamento norte-americano. Elas mostram que as despesas, défice e dívida pública dos EUA aumentam inexoravelmente todos os anos, escreve a edição norte-americana The National Interest.Mais uma vez, o défice do orçamento federal cresce a ritmos mais rápidos do que estava previsto. O Escritório de Orçamento teve de rever o prognóstico: dos 540 bilhões previstos em março para 590 bilhões na versão atualizada.Assim, em 2016, o défice vai subir 150 bilhões de dólares, ou seja, 35%, em comparação com 2015. Este valor constitui o maior aumento desde 2009. Segundo as estimativas do Escritório de Orçamento do Congresso, já em 2024 o défice vai alcançar um trilhão de dólares. Segundo a The National Interest, o crescimento do défice vai afetar a dívida pública norte-americana que, como se espera, vai subir para 28 trilhões de dólares. Isso é três vezes maior do que em 2009, quando o presidente Barack Obama chegou ao poder. Hoje esta atinge 19 trilhões de dólares. Mais do que isso, a dívida pública norte-americana continuará a crescer – daqui a 10 anos, vai atingir 86% do PIB norte-americano.
A Europa arrastada a uma divisão do mundo entre devedores e credores
– as soluções desesperadas dos EUA para não afundarem sós
A grande reconfiguração geopolítica mundial
Europa 2020 – Comunidade ou império?
2015: O mundo vira para Leste
As dinâmicas do futuro afastam a Europa das lógicas de guerra do Ocidente
Petróleo, moedas, finanças, sociedades, Médio-Oriente:
A grande tempestade no Ocidente!

"Forbes: Washington não tem dinheiro para custear guerra" 26.08.16

Pentágono receia que, durante cinco anos, os EUA atuarão em conflitos militares, mas não conseguirão pagar por eles por falta de dinheiro, comunica Forbes.Altos funcionários militares acreditam na possibilidade de confrontos de grande escala com Irã, Coreia do Norte ou Rússia. Mas o que é mais preocupante, segundo eles, é o fato do exército norte-americano não estar pronto para enfrentar nenhuma destas potências, segundo a Forbes."Não é exagero do Pentágono quando ele afirmou que os EUA não planejam realizar modernização de grande escala do exército nos próximos dez anos", comunica a revista.Atualmente, o subsídio dos Estados Unidos para desenvolvimento de novas tecnologias, utilizadas em combates terrestres, é insatisfatório. Em um ano, a quantia gasta pelo exército norte-americano para abastecimento de transportes militares é menor do que o lucro semanal da empresa General Motors.O dinheiro destinado ao suporte técnico de helicópteros é utilizado para modernização das aeronaves da época do Reagan, pois a Força Aérea dos EUA não pode dar-se ao luxo de comprar novos aviões, acrescenta a revista.  

A Bolsa de Petróleo do Irã ameaça o dólar
Armada americana fecha o cerco contra o Irã
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"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"

explode a luta dos professores em São paulo 26.08.16

"EUA, Coreia do Sul e Canadá começam exercícios no Pacífico com 75.000 militares" 26.08.16

Japão: últimos esforços para resistir à órbita chinesa
Os exercícios militares conjuntos Ulchi Freedom Guardian dos EUA, Canadá e Coreia do Sul envolverão 75 mil militares dos três países no Pacífico, segundo anunciou hoje (26) o Serviço de Notícias do Exército dos EUA."É o maior exercício que fazemos com a Coreia durante todo o ano", disse o comandante dos EUA tenente-general Stephen Lanza.Os exercícios conjuntos desta semana se destinam a melhorar a prontidão de combate das tropas envolvidas, bem como a interoperabilidade EUA-Coreia do Sul à luz do aumento das tensões e da possibilidade de conflito com a Coreia do Norte. No total, 25 mil membros do serviço militar dos EUA vão se juntar a 50 mil homnes da Coreia do Sul nas manobras, vistas como parte da estratégia do presidente norte-americano Barack Obama para melhorar as parcerias de seu país na Ásia.


"O segredo do milagre económico da China:O governo possui os bancos e não o inverso"
"O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva "
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
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Política Energética na Eurásia: os EUA estão sendo cerceados?
Aliança militar global para cercar a Rússia e a China
EUA promovem parceria militar no Extremo Oriente e na orla do Pacifico
Estados Unidos em espionagem no mar da china http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=12766
O grande dragão desperta:china desafia hegemonia americana

"Revolta geral? Cada vez mais países europeus são contra decisão da UE" 26.08.16

 “A União Europeia na encruzilhada em 2010: 
Do golpe de Estado da Eurozona ao isolamento trágico do Reino Unido
http://resistir.info/crise/geab_45.html
Colapso na União Europeia
A União Europeia e o Euro serviram para enriquecer a Alemanha
O mito de que é a Alemanha que financia a União Europeia
As sanções dos países ocidentais contra a Rússia não tiveram qualquer efeito nas áreas que deviam influenciar, disse o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, comentando as negociações que travou com líder russo Vladimir Putin em Moscou."Penso que chegou o tempo de considerar o assunto de forma muito racional e declarar que as sanções têm um impacto negativo sobre a União Europeia e a Federação da Rússia", disse Fico. "Elas não resultaram em nada, absolutamente nada nas áreas sensíveis sobre as quais deviam influenciar", informou o jornal eslovaco Pravda citando o político.
Segundo Fico, a Eslováquia deve respeitar a decisão sobre as sanções como membro da união, mas, ao mesmo tempo, o país não é a favor destas sanções. Em particular, não é coerente fazer uma lista de pessoas que não podem viajar pelos países da UE.
"Dizemos que as disputas devem ser resolvidas através do diálogo mas depois não podemos dialogar com ninguém", afirmou o primeiro-ministro eslovaco.Alguns países da União Europeia já se expressaram a favor de levantar as sanções contra a Rússia. Como exemplo podem ser referidos a Assembleia Nacional da França, vários parlamentos regionais da Itália, o parlamento do Chipre e deputados da Alemanha, Bélgica, Hungria e Grécia. Diversos políticos holandeses até afirmaram que podem organizar um referendo pela saída da UE para levantar as sanções contra a Rússia. Em julho de 2016, o Conselho Europeu prorrogou as sanções contra a Rússia até 31 de janeiro de 2017, associando a abolição de sanções a uma implementação completa dos acordos de Minsk. Moscou chamou este passo de "continuação da política imprevidente da UE", destacando que o Ocidente se arrisca perder seu nicho em uma série de segmentos do mercado russo.