quarta-feira, março 29, 2017

André Luiz : Missionários da Luz 29.03.17


terça-feira, março 28, 2017

Inimigo de Família : O Que um Obsessor pode fazer com você 28.03.17


"Poderão outros países seguir exemplo do Irã e introduzir sanções contra EUA?" 28.03.17


Há pouco, o Irã anunciou a introdução de sanções em relação a 15 empresas americanas, sendo que na lista, além de pessoas jurídicas, também foram incluídas pessoas físicas.Isto foi comunicado pela agência de notícias iraniana Tasnim com referência a um comunicado oficial da chancelaria do país.
Particularmente, o Ministério das Relações Exteriores iraniano indica que as respetivas empresas estiveram envolvidas em "crimes de uma entidade sionista", bem como em "apoio ao terrorismo e participação na opressão dos povos da região". A lista completa das empresas sujeitas a medidas punitivas foi publicada no site oficial da chancelaria iraniana.As sanções de Teerã são uma resposta às recentes medidas restritivas por parte de Washington em relação à República Iraniana, impostas em 24 de março de 2017.As medidas recém-empreendidas atingiram 30 pessoas jurídicas e físicas de 10 países e têm a ver com a lei de não proliferação de armas de destruição maciça relativamente à Síria, Irã e Coreia do Norte. Em particular, 11 empresas da China, Coreia do Norte, EAU foram sujeitas a sanções por "ter passado [para terceiros] materiais destinados ao programa de mísseis iraniano".



O comunicado da chancelaria do Irã diz que "são proibidas quaisquer transações com estas empresas, seus bens no âmbito da jurisdição da República Islâmica do Irã serão arrestados, enquanto os funcionários destas empresas ou pessoas ligadas a elas não serão autorizados a entrar no Irã".
Os especialistas entrevistados pela Sputnik Persa acreditam que Teerã tem todo o direito de empreender tais medidas, já que se trata dos interesses nacionais do país.
"As medidas restritivas por parte do Irã contra os EUA são um precedente real, pela primeira vez na história Teerã reagiu de forma tão dura", explicou o cientista político iraniano e especialista em assuntos do Médio Oriente, ex-editor executivo da maior agência iraniana MehrNews, Hassan Hanizadeh.
"Tomando em conta as recentes sanções impostas pelo presidente americano contra o Irã, ele, pela primeira vez na história, tomou medidas preventivas: introduziu sanções contra 15 empresas americanas e pessoas físicas ligadas a elas. Estas empresas ajudaram a política propagandista israelense que visava oprimir o povo palestino, bem como foram apanhados a ajudar terroristas no Iraque, Síria e Iêmen. Na verdade, o Irã tem muitos, digamos, ‘trunfos' para opor resistência às sanções dos EUA", continuou. O especialista destacou que é preciso lembrar que o presidente americano pôs em questão o acordo nuclear iraniano e manifestou-se contra o Plano de Ação Conjunto Global ao longo dos últimos meses. Por isso, o Irã agora pode criar condições completamente diferentes para o "diálogo" com os EUA, inclusive aumentar a lista das empresas sujeitas às sanções.
"Um fator importante nesta relação é a visita do presidente iraniano Hassan Rouhani a Moscou e seu encontro com o líder russo. As consultas entre o presidente iraniano e as autoridades russas sobre as sanções dos EUA e da UE contra a Rússia e o Irã podem se tornar em um bom fundamento para formar um bloco político de resistência às medidas restritivas e Donald Trump e vários países da UE", afirmou Hanizadeh.
O analista sublinhou que as sanções iranianas são, de fato, um passo prático para resistir às ameaças e sanções americanas. "Por isso espera-se que no futuro a lista de sanções contra as empresas americanas, bem como as ligadas a Israel, seja ampliada. Com estas sanções, o Irã pode causar danos à economia pouco estável dos EUA. […] Tanto mais que, além do Irã, tais sanções podem ser introduzidas por outros países da região", explicou.
Outra especialista, a jurista e professora de direito internacional da Universidade de Teerã Payam-e Nur, Maryam Jalalvand, acredita que o Irã tem todo o direito de efetuar tais medidas de resposta:
"As sanções atuais por parte do Irã são medidas de resposta às ações dos EUA, precisamente a suas recentes sanções contra o potencial de mísseis iraniano. Estas medidas não estão diretamente ligadas ao acordo nuclear. Com tais ações anormais e sanções, o presidente americano Donald Trump simplesmente tenta testar o Irã. Mais cedo, o Irã advertiu repetidas vezes que os testes de mísseis tinham apenas um objetivo — a contenção, já que o Irã tem pleno e legítimo direito à autodefesa. E as recentes sanções dos EUA contra uma série de pessoas jurídicas e físicas, na opinião do Irã, são completamente fabricadas, injustificadas, inaceitáveis, indo contra o direito internacional e o espírito do o Plano de Ação Conjunto Global", ressaltou.

segunda-feira, março 27, 2017

Hercílio Maes pelo espírito Atanagildo : Semeando e Colhendo , Contos Reencarnacionistas


quarta-feira, março 22, 2017

Waldo Vieira : viagem Astral 22.03.17


terça-feira, março 21, 2017

Chico Xavier pelo espírito André Luiz : Nosso Lar


segunda-feira, março 20, 2017

Raul Seixas : Um Roqueiro no Além


sábado, março 18, 2017

Clóvis Nunes : Reencarnação


Época: Aécio é líder de inquéritos em lista de Janot e recebia propina em Cingapura 18.03.17

A lista de Janot, segundo a revista Época, é generosa com o presidente do PSDB, senador Aécio Neves. O editor da revista, o rapaz que costuma falar demais, Diego Escosteguy, garante que “ele é o político de destaque com maior número de pedidos de investigação”.
O depoimento de Henrique Valladares, ex-executivo da Odebrecht,  seria devastador para o tucano. Entre outras coisas ele teria revelado que Aécio recebeu propina numa conta secreta em Cingapura em nome de um amigo.
Valladares também confirmaria o esquema de Aécio com Dimas Toledo, aquele da lista de Furnas. O pagamento em Cingapura teria relação com a operação da Odebrecht em Furnas e investimentos no Rio Madeira.
Nas delações, Aécio também seria acusado de receber propina pelas obras da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro.Parece que dessa vez Aécio conseguiu realizar a profecia. Talvez tenha sido o ganhador dessa lista, mesmo sem ser o primeiro a ser comido.
http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2017/03/17/epoca-aecio-e-lider-de-inqueritos-em-lista-de-janot-e-recebia-propina-em-cingapura/

sexta-feira, março 17, 2017

Rubens Saraceni : Diálogo com um Executor


"Qual será o cenário da guerra possível entre EUA e Coreia do Norte?" 17.03.17



"Acho que é importante perceber que os esforços diplomáticos dos últimos 20 anos para trazer a Coreia do Norte à mesa de negociações fracassaram", comunicou o secretário de Estado Rex Tillerson durante a sua visita ao Japão.
Segundo Tillerson, durante este período os EUA cederam 1,35 bilhões de dólares de ajuda à Coreia do Norte, mas isso levou apenas ao reforço das capacidades nucleares da Coreia do Norte. "É claro que é necessário buscar outra abordagem", comunicou o diplomata norte-americano. Nas condições atuais entre Coreia do Norte e EUA, outra abordagem pode significar a preparação de uma operação militar. Segundo o The Washington Post, a Casa Branca elaborou a expressão especial "kinetic options", que significa a possibilidade de utilização da força contra a Coreia do Norte.
Aqui surge a questão sobre o cenário de uma possível guerra entre os dois países. Parece que os EUA têm um plano para isso, que pode conter a utilização de vários elementos letais e definitivos.
O primeiro elemento é um ataque com armas hipersônicas de alta precisão contra objetivos de maior importância. Por isso, a expressão kinetic options pode significar, por exemplo, bombas aéreas como a BLU-113, que foi utilizada no Iraque, ou o míssil hipersônico X-51A Waverider. Aqui é mais provável que se preveja a utilização de um míssil hipersônico, bem como a realização do programa Prompt Global Strike, que prevê a realização de um ataque contra qualquer ponto em 60 minutos após a decisão correspondente.
O segundo elemento é um ataque aéreo em massa com uso dos caças mais recentes F-22 (pelo menos 4 caças foram deslocados para a Coreia do Sul) e F-35 (baseados no Japão). Se prevê que a defesa antiaérea norte-coreana não possa conter o ataque dos caças e eles eliminem o sistema de comando e os objetivos mais importantes que já foram atacados com armas hipersônicas.
O terceiro elemento é o desembarque de um contingente de forças terrestres que deverão capturar ou eliminar as autoridades políticas e militares. Depois disso a guerra deverá acabar. O ponto potencialmente novo desta estratégia é só a utilização de mísseis hipersônicos, no resto a operação contra a Coreia do Norte repete o cenário da campanha militar no Iraque de 2003 que se baseia na supremacia técnica e conta com a desmoralização do exército norte-coreano. Mas vale a pena perceber que a Coreia do Norte não é o Iraque, e é claro que o nível de resistência à invasão norte-americana será mais alto. Porque na verdade a Coreia do Norte tem capacidade para responder. Primeiro, a Coreia do Norte tem um sistema desenvolvido de abrigos antiaéreos subterrâneos, construídos durante o período após a Guerra da Coreia, e não é fácil destrui-lo. Segundo, em caso de ataque contra estados-maiores e vias de comunicação, a Coreia do Norte tem cenários prontos para ações em caso de guerra. Terceiro, a Coreia do Norte obteve a possibilidade de efetuar um golpe preventivo próprio.
Nesse contexto, existem dúvidas de que os EUA possam destruir estados-maiores, vias de comunicação e abrigos de mísseis balísticos e outros objetos importantes, mesmo que o primeiro ataque seja inesperado. Em caso de fracasso de um ponto, todos outros pontos do plano norte-americano se arriscam a fracassar.
Como resultado surge a conclusão que uma vitória fácil dos EUA não terá lugar. Se o conflito na península começar, a guerra será longa e destrutiva. Ela vai destruir economicamente a Coreia do Sul, minará a força do Japão e destruirá todos os resultados dos EUA na região.

Japão: últimos esforços para resistir à órbita chinesa
"O segredo do milagre económico da China:O governo possui os bancos e não o inverso"
"O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva "
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
O papel do ouro no sistema monetário internacional.O que fazem a Índia e a China que a Malásia não faz?
Política Energética na Eurásia: os EUA estão sendo cerceados?
Aliança militar global para cercar a Rússia e a China
EUA promovem parceria militar no Extremo Oriente e na orla do Pacifico
Estados Unidos em espionagem no mar da china http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=12766
O grande dragão desperta:china desafia hegemonia americana