sábado, abril 08, 2017

Rafael Américo Ranieri : O Abismo , Viagem ao Inferno 08.05.17


DEM desautoriza Onyx, que é acusado de traição por líder governista 08.05.17

A entrevista exclusiva concedida ao Congresso em Foco pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), membro suplente da comissão especial da reforma da Previdência, provocou indignação no Palácio do Planalto e em alguns governistas na Câmara, onde a matéria está em fase final de discussão. Com o prognóstico de que o texto da Proposta de Emenda à Constituição 287/2016 será integralmente rejeitado pelos pares, Onyx diz que o governo pratica “terrorismo fiscal” para promover ajustes, “perdeu a guerra da comunicação” e carece de força para aprovar qualquer reforma estruturante, por carecer de legitimidade. O parlamentar disse ainda que Temer repete os erros da antecessora no Planalto, Dilma Rousseff, e chega a defender a cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde está em curso o julgamento de uma ação por abuso de poder econômico.
Diante da metralhadora verbal de Onyx, o Planalto entrou em campo. Segundo informações de bastidor, foram muito mal recebidas na cúpula do Executivo as declarações do deputado do DEM – partido que se mantém na base governista na Câmara e no Senado, com direito a cargos no primeiro, segundo e terceiro escalões (é do DEM, por exemplo, o comando do Ministério da Educação e Cultura, chefiado pelo deputado pernambucano Mendonça Filho). O estrago provocou pronta reação do presidente nacional do partido, senador José Agripino (RN), um dos principais aliados de Temer no Senado.
Por meio de nota encaminhada a este site, Agripino ponderou que a opinião de Onyx foi proferida em caráter pessoal, sem refletir o posicionamento do partido. “A entrevista do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) concedida ao site Congresso em Foco traduz opiniões pessoais do parlamentar, sem que as mesmas possam ser interpretadas como posições oficiais do partido. O parlamentar emite suas próprias opiniões”, argumentou o senador.
Mas partiu do vice-líder do governo na Câmara Darcísio Perondi (PMDB-RS), fiel aliado de Temer, a bronca mais pesada contra a entrevista. Com a ressalva de que gosta e respeita muito Onyx, Perondi lamentou enfaticamente a postura do colega, que “precisa ler um pouco mais sobre macroeconomia”. Segundo Perondi, o próprio presidente da República lhe autorizou a rebater a fala do representante do DEM.
“Acho que esta entrevista é uma facada na história política do Onyx, uma facada no partido que o recebe. Um partido que teve a inteligência, a independência e a coragem de apoiar o impeachment e a proposta de transformação do país. Inclusive o próprio Onyx estava entusiasmado conosco. É uma facada contra todas as teses liberais que ele defendeu no plenário, no Parlamento e no Rio Grande do Sul. Ele esqueceu todas as teses liberais, está dando uma facada no partido que ele representa há 20 anos no Parlamento”, lamentou Perondi à reportagem. Para o peemedebista, seu conterrâneo talvez esteja pensando nas eleições de 2018 – na esteira do crescimento da rejeição à gestão Temer – ao se posicionar de forma tão incisiva contra o governo.
“Chegar a defender a eleição de um novo presidente é não ver a grave crise fiscal que nós vivemos ainda! Deixa a Lava Jato andar e fazer o trabalho dela. Mas, defender, como o PT defende, uma nova eleição é não ver a gravidade do quadro fiscal brasileiro”, protestou.
Para ilustrar seu grau de desalento, o deputado gaúcho relatou o encontro que teve, na última quinta-feira (6), com um grupo japonês – algo que, com sua postura, Onyx estaria por ignorar. “Nós temos filas de investidores. Eu vou te dar um depoimento. Eu recebi o diretor do segundo maior fundo de investimento japonês. Conversamos e aí eu perguntei para ele: o que vai acontecer se aprovarmos a reforma trabalhista e a reforma da Previdência neste ano, em relação aos investidores internacionais? E ele me disse: ‘Perondi, os investidores ficarão loucos, virão correndo. O Brasil ainda é um mercado extraordinário. É só acertar essas duas reformas que sobrarão investidores externos e internos’. Então, eu estou surpreso. Defender, como o PT defende, a cassação do Michel no Supremo [Tribunal Federal] é olhar pelo retrovisor. Ou pensar na eleição [geral de 2018]”, arrematou.
Lamento
Para Perondi, Onyx já dava sinais de que não apoiaria a reforma previdenciária concebida por Temer desde os primeiros movimentos do governo no Congresso. “Na primeira audiência [da comissão especial] ele já mostrou que seria contrário [à reforma da Previdência], e eu o respeito. Mas é uma surpresa o comportamento dele em relação à reforma”, lembrou.
Para demonstrar sua decepção com Onyx, o peemedebista chega a compará-lo a um petista, partido cujo ideário é diametralmente oposto àquele defendido pelo DEM. “Onyx está pensando igual ao Henrique Fontana [PT-RS]. Respeito os dois, mas são cabeças completamente diferentes, ideologicamente”, comparou Perondi, referindo-se a outro deputado gaúcho, ex-relator da reforma política durante o governo Dilma. “Ele está esquecendo que foi um dos líderes do impeachment. Não sei o que aconteceu com este deputado, que é aguerrido, estudioso e brilhante, e que eu respeito muito. Não entendo”, acrescentou.
Perondi lembra que conversava com Perondi sobre as medidas que as gestões Lula e Dilma sobre as mais diversas questões, como a reforma trabalhista, e que ambos sempre estiveram alinhados nas críticas à política petista. Nesse ponto da entrevista, o peemedebista aproveitou para enumerar algumas críticas que ele e Onyx tinham em comum a respeito, principalmente, do governo da petista.
“Farra com o dinheiro público, descontrole dos gastos, pedaladas fiscais. Dilma governou isolada, não ouvia ninguém. Destruir a Petrobras e a Eletrobras, não dialogava com o Congresso. E mais: jogou o Brasil na sua maior depressão em toda a história, desde 1900, quando o PIB [Produto Interno Bruto] começou a ser medido. Recessão assustadora, inflação descontrolada, juro altíssimo, desemprego de 12,5 milhões de pessoas. Aumentou a dívida bruta em 50% e entregou para o Michel [Temer] em 70% do PIB, fechamento de milhares de empresas e lojas. Um orçamento de fantasia, que o próprio Congresso aumentava essa fantasia quando votava”, listou o deputado, para quem Onyx ajudou o grupo de Temer a derrubar Dilma e, dessa forma, mudar os rumos do país.
Segundo Perondi, a entrevista de Onyx surpreende também porque sua fala é contra um modelo político que seu partido defende com veemência ainda maior que a manifesta pelo PMDB a respeito dos mesmos temas. Para o deputado gaúcho, Onyx não está compreendo o que Temer almeja fazer com reformas tão impopulares.
“Temer é o [Gerhard] Schröder, que há 20 anos fez a reforma trabalhista. Foi odiado, mas sua reforma foi um instrumento poderoso que levantou a Alemanha nos últimos anos”, comparou o deputado, referindo-se ao social-democrata alemão que exerceu o posto de chanceler entre 1998 e 2005. “O Michel foi ousado como o [Winston] Churchill, que disse para o povo inglês: ‘Sangue, suor e lágrimas’. Até foi afastado, mas depois voltou nos braços dos ingleses. Mesmo impopular, ele levantou a Inglaterra”, acrescentou, desta vez comparando o presidente ao ex-primeiro-ministro do Reino Unido.
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/dem-desautoriza-onyx-que-e-acusado-de-traicao-por-lider-governista/

quinta-feira, abril 06, 2017

Pablo de Salamanca : Projeção Astral / perguntas e respostas via Internet 06.04.17


" EUA: a capacidade de reagir aos testes da Coreia do Norte está diminuindo " 06.04.17



A habilidade dos EUA de emitir alertas confiáveis sobre os testes de mísseis da Coréia do Norte continua a diminuir, segundo afirma o comandante do Comando Norte dos Estados Unidos (NORTHCOM), General Lori Robinson, em um relatório publicado nesta quinta-feira."Tendo em vista o ritmo sem precedentes dos testes de armas estratégicas da Coréia do Norte, a nossa capacidade de fornecer avisos ​​continua a diminuir", afirmou Robinson em relatório ao Comitê dos Serviços Armados do Senado dos Estados Unidos.
Robinson explicou que os Estados Unidos consideram um desafio a observação dos mísseis balísticos e dos testes nucleares da Coréia do Norte em função da natureza fechada do país. Ao mesmo tempo, Pyongyang também conta com "grande potencial de negação e de desinformação", o que dificulta a observação, de acordo com comandante do NORTHCOM.O comandante do Comando Estratégico dos EUA, General John Hyten, disse em um depoimento no Congresso, nesta terça-feira, que a Coréia do Norte provou um grande avanço do seu programa de mísseis durante o teste realizado em 11 de fevereiro, ao demonstrar possui a capacidade de lançar um foguete de combustível sólido sem detecção prévia dos preparativos.



Japão: últimos esforços para resistir à órbita chinesa
"O segredo do milagre económico da China:O governo possui os bancos e não o inverso"
"O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva "
"A venda de R $ 30 bilhões em armas para a Arábia Saudita deve ser visto no contexto mais amplo.vendas para um número de aliados dos Estados Unidos foram recentemente anunciadas, incluindo Israel, Índia, Coréia do Sul, Austrália, Taiwan, Georgia. Este reforço militar é dirigido contra o Irã, assim como a Rússia e a China"
"O contrato de 60 bilhões em armas entre Estados Unidos e Arábia Saudita é dirigida contra o Irã.. Afinal,Israel não se opôs ao negócio"
O papel do ouro no sistema monetário internacional.O que fazem a Índia e a China que a Malásia não faz?
Política Energética na Eurásia: os EUA estão sendo cerceados?
Aliança militar global para cercar a Rússia e a China
EUA promovem parceria militar no Extremo Oriente e na orla do Pacifico
Estados Unidos em espionagem no mar da china http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=12766
O grande dragão desperta:china desafia hegemonia americana

quarta-feira, abril 05, 2017

PTN comunica ao Planalto rompimento com governo Temer 05.04.17

Partido, que conta com 13 deputados e nenhum senador, reclamava maior espaço dentro do governo federal.

O PTN, partido com 13 deputados na Câmara e nenhum representante no Senado, anunciou nesta quarta-feira rompimento com o governo Michel Temer. O rompimento foi oficialmente comunicado ao Palácio do Planalto durante reunião dos parlamentares da legenda com o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy.Um dos principais motivos para o rompimento foi o espaço do partido no governo. O PTN reivindicava a presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), cargo que ocupou no fim do governo Dilma Rousseff. Hoje, porém, o posto é ocupado por Antônio Henrique Pires, indicação pessoal do presidente Michel Temer.Deputados do PTN, que recentemente mudou o nome para "Podemos", afirmam que a decisão de romper com o governo foi aprovada por unanimidade na bancada. Além da reclamação por espaço, integrantes da legenda citam ainda resistência da sigla em apoiar a reforma da Previdência enviada pelo governo.O partido não deixou claro ainda se entregará os outros cargos que tem no segundo e terceiro escalões do governo e se atuará como oposição ou de forma independente no Congresso.

Amazônia / Operação Prato : Coronel Uyrangê Hollanda


"A UE tenciona recorrer a Israel para assegurar seu abastecimento de gás" 05.04.17

 "A UE tenciona recorrer a Israel para assegurar seu abastecimento de gás"

 

" China moderniza e reforça sua Marinha " 05.04.17



Atualmente a China está desenvolvendo um submarino silencioso da última geração, informa o portal Sina.
Atualmente a China está desenvolvendo um submarino silencioso da última geração, informa o portal Sina.
Citando pesquisadores conhecedores do projeto, o Sina destaca que desse desenvolvimento podem participar especialistas com experiência de trabalho no estrangeiro, inclusive nos EUA.
Está sendo criado um modelo virtual do futuro submarino. Esse desenvolvimento ajudará a China a dominar as tecnologias necessárias que, além de contribuírem para a criação do submarino silencioso, permitirão detectar submarinos estrangeiros. Segundo destaca o Sina, a nova geração de submarinos silenciosos permitirá, por exemplo, patrulhar áreas da costa ocidental dos EUA.


Atualmente a Marinha chinesa tem um porta-aviões, o Liaoning, criado com base no cruzador soviético Varyag que, após o fim da União Soviética, passou a pertencer à Ucrânia. O porta-aviões entrou no serviço da Marinha chinesa em setembro de 2012 e já em novembro foram anunciados testes bem-sucedidos de aterrissagem do caça J-15 no navio. O Liaoning pode acolher 15 caças J-15.
Outra informação de que dispõe o portal é que o novo porta-aviões chinês poderá ter de 28 a 36 caças Shenyang (J-15) embarcados.
"O novo porta-aviões que brevemente será lançado à água foi otimizado em termos de capacidade em comparação com o Liaoning. O número máximo de caças J-15 no convés durante as missões poderá ser de 28 a 36 unidades", informa Sina. Anteriormente a mídia chinesa havia informado que o segundo porta-aviões poderia ser lançado à água no fim de abril de 2017. Mais tarde esta informação foi desmentida.